sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Brado contra o politicamente correto

Cleber Benvegnú*

A Globo conseguiu a proeza de produzir uma minissérie que enfrenta a dominação intelectual da cultura brasileira. O Brado Retumbante provoca a patacoada de uma parcela de políticos, artistas, militantes, acadêmicos e ongueiros que, por formação marxista, se arvoram portadores universais dos anseios populares. Zomba de uma turma cujo discurso ainda não saiu da Guerra Fria, que quer recontar a história e constranger a tudo e a todos em nome de suas escolhas ideológicas.

Sedizentes vítimas do capitalismo e da ditadura, decidiram-se credores políticos e muitas vezes pecuniários da humanidade. Aparelham o Estado e aparelham-se dele. De apartamento cinco estrelas, ar-condicionado ligado e carrão na garagem, cantam loas ao socialismo e dizem defender os pobres. Elogiam Cuba, criticam os EUA, flertam com Hugo Chávez e rançam contra empresários. Mas não resistem a um bom McDonald’s com Coca-Cola para aliviar a tensão da jornada. São os suprassumos da contradição, mas expiram ares de erudição.

Numa das passagens da minissérie, a primeira-dama Antônia (Maria Fernanda Cândido) descobre armações no Ministério da Educação e fica indignada com o que chama de “pedagogia da ignorância”. Ao ler livros didáticos distribuídos com verbas públicas, ela se choca:
– Não é possível: Tiradentes, o mártir agrário da Inconfidência Mineira, foi um precursor do MST? Que é isso? A devastação de terras no Brasil começou no século 16, com a colonização portuguesa, capitalista e predatória? Meu Deus do céu! Pelo menos 10% do território nacional pertencem aos descendentes dos quilombolas, vítimas e heróis da escravidão no Brasil... Paulo [dirigindo-se ao presidente], estão distribuindo esse absurdo nas escolas! É a pedagogia da ignorância! [...] Crianças bombardeadas por discurso ideológico e fanático, você tem que fazer alguma coisa!

Ela descobre que uma ex-colega, de nome Neide, militante esquerdista, fatura milhões com o projeto e entrega uma parte ao partido. A primeira-dama vai ao seu encontro num apartamento gigante, de frente para o mar, e a enfrenta:
– Como você teve a cara de pau de escrever esse livro? [...] Você chama de livro didático, ensinando uma história do Brasil totalmente falsa, que só existe na sua cabeça panfletária, e defendendo a ideia de que não existe certo e errado na língua portuguesa?
– E não existe mesmo! Isso que vocês chamam de falar corretamente é só mais um instrumento de dominação das elites, é só um preconceito linguístico.
– Nem vem com essa ideologia de quinta, Neide, que eu sei muito bem o que está por trás de suas nobres intenções educativas.

Os diálogos acima dão conta de uma linha absolutamente original na dramaturgia brasileira, pelo menos nas últimas décadas. Em primeiro lugar, por abordar política em horário nobre – tão mais afeito ao futebol ou ao BBB – e, além disso, por contrariar a lógica de um pensamento dominante. Mais que uma minissérie, O Brado Retumbante é um verdadeiro oásis no deserto do politicamente correto.
 
*Advogado e jornalista 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

CONFIANÇA DA POPULAÇÃO

Índice de reprovação do Judiciário é de 92,6%

Enquanto os juízes se preocupam com aumento dos seus salários, a contratação de mais servidores e reformar imóveis dos tribunais para seu conforto, (até porque, enquanto as varas e seus estacionamentos exclusivos ganham mais espaço), os corredores se estreitam, de forma que as condições ambientais são sufocantes, desconfortáveis e desiguais.

O fato é que a morosidade do Judiciário para solucionar os diversos conflitos que chegam aos 91 tribunais do país, de acordo com uma sondagem realizada no mês de março de 2010 pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o maior entrave apontado pelo brasileiro no item que trata da confiança da população na Justiça.

Até então, com 70 milhões de processos ativos, o Judiciário brasileiro amargava seu pior momento, com a média geral, eis que 92,6% da população reprovam a Justiça no quesito celeridade. O levantamento faz parte do cálculo do Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil) do 1º trimestre de 2010, organizado pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que chegou a 5,9 pontos, em uma escala de 0 a 10.

Longe do tolerável, os índices apurados nas pesquisas decrescem a cada ano, a queda vertiginosa se deve a dois fatores: isolamento do Judiciário com a sociedade e a soberba de seus integrantes. Assim, a Igreja deu um gigantesco passo na preferência da população, quando marcou sua posição na disputa à presidência da Republica no segundo turno das eleições – passou de 7º lugar no ranking de confiança nas instituições para a 2ª posição.

Nesse trimestre 54% dos entrevistados disseram que a Igreja é uma instituição confiável em comparação com os 34% do segundo trimestre de 2010. Em contraposição, a confiança nos Partidos Políticos caiu de 21% para 8% no período, mantendo-se em última posição no ranking de confiança nas instituições.

Com apenas 33% dos entrevistados dizendo que o Judiciário é uma instituição confiável, a instituição empata com a Polícia e ganha apenas do Congresso Nacional (20%) e dos Partidos Políticos (8%).

As outras instituições ficaram com os seguintes resultados no que diz respeito à confiança da população: Grandes Empresas (44%), Governo Federal (41%), Emissoras de TV (44%) e Imprensa Escrita (41%). As Forças Armadas continua sendo a instituição que conquista a maior confiança da população, 66% de respostas afirmativas.

Roberto Monteiro Pinho – Jornalista e Advogado

sábado, 14 de janeiro de 2012

GRUPO GUARARAPES - DIRETRIZES 2012 - Doc . Nº04-2012

O MOVIMENTO VERDE-AMARELO DO RIO GRANDE DO SUL, solidário com o GRUPO GUARARAPES, informa aos seus associados, colaboradores e simpatizantes as Diretrizes do Grupo para o ano de 2012, cumprimentando-o pela sua demonstração de respeito a história e amor as instituições brasileiras. 

Sergio Sparta Vice-presidente do MOVA-RS.

GRUPO GUARARAPES - DIRETRIZES 2012 - Doc . Nº04-2012

SITE: www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

1. Lutar com todos os meios: políticos, cívicos, éticos e morais para restabelecer a História relativa a implantação e o período de vigência da Revolução de 1964.

2. Cooperar no fortalecimento das FFAA, para recolocá-las no seu papel histórico de garantidoras da Unidade Territorial e Nacional, do respeito à Lei e à Ordem, como uma Instituição de Estado à disposição dos três Poderes da República.

3. Tudo fazer para que as FFAA continuem desfrutando da confiança de toda a Nação, seja o seu braço forte e armado a serviço dos interesses do ESTADO e não de Governos.

4. Velar pela soberania e unidade nacionais, com o fortalecimento e o incremento de ações que neutralizem as desigualdades regionais, integrando todas as comunidades excluídas no contexto nacional em defesa dos valores éticos, morais e culturais.

5. Garantir a conquista dos Objetivos Nacionais Permanentes, a serem claramente definidos na Constituição, e perseguidos por todos os segmentos da Nação, independentemente de viés ideológico conjuntural do Governo em exercício.

6. Propugnar pela elaboração de um Plano Estratégico Nacional, a semelhança da divulgada Estratégia Nacional de Defesa, ouvindo todos os segmentos organizados da Nação, a ser aprovado pelo Congresso Nacional, e a ser seguido pelos governos que se sucederem, independentemente das alternativas políticas e/ou do viés ideológico prevalecente, para servir de orientação para o povo aplicar todo o seu potencial em proveito da Nação.

7. Apoiar, cooperar e aperfeiçoar a divulgada Estratégia Nacional de Defesa para torná-la realidade especialmente no eixo estruturante designado “ REORGANIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS”.

8. Procurar influenciar, por todos os meios, para que a ética, a moral e a cultura religiosa sejam incluídas em todos os níveis de ensino, desde a pré-escola até os mais altos estágios de formação superior do País, onde o combate à corrupção, à subversão, à mentira, à impunidade, seja feito sem trégua, e o cultivo da verdade, assim como o amor aos símbolos nacionais e à Pátria sejam estimulados e exaltados.


9. Procurar atuar objetivamente sobre os elementos básicos da formação da Nação Brasileira: o homem, a terra, e as instituições, como tríades do Poder Nacional, para desenvolver no povo a auto-estima, com base no sadio patriotismo, no fortalecimento de uma sociedade livre e democrática, em oposição a todos e quaisquer modelos políticos totalitários, à base de ideologias espúrias.

10. Apoiar, de modo intransigente, a consolidação dos princípios da Democracia, na defesa do cidadão, na prática da liberdade responsável, no respeito à propriedade privada, na independência dos Poderes, na alternância política nos três níveis de Poderes da República – federal, estadual e municipal – e na consciente obediência à Lei e à Ordem.

11. Apoiar OS militares da reserva - sejam das FFAA, sejam das Forças Auxiliares - estimulando-os à representação no Congresso Nacional, bem como nas Assembléias Estaduais e Câmaras Municipais.

12. Atuar, valendo-se de todos os meios possíveis de divulgação - Documentos, Palestras, Seminários, participação de Debates (Auditórios, TV, Rádio, etc), conversas em eventos públicos e privados, distribuição pública de panfletos, publicação na mídia e em dois outros meios, possíveis, de comunicação, com a finalidade de levar ao povo as mensagens e as Diretrizes do Grupo Guararapes em prol do fortalecimento da grandeza do BRASIL.

Fortaleza , 13 de JANEIRO de 2012

Gen Div Ref FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO

Coordenador Geral do Grupo Guararapes.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 5893. Cartório do 1º Registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos
1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.372